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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Cruz E Um Símbolo Cristão?

"Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo
que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta,
e assentou-se à destra do trono de Deus."
Hebreus 12:2


A CRUZ É RECONHECIDA como um dos símbolos mais importantes da igreja Católica Romana. Ela está colocada no topo de telhados e torres. É vista nos altares, mobiliário, e roupas eclesiásticas. O plano da nave da maioria das igrejas católicas é feito na forma de uma cruz. Todos os lares católicos, hospitais, e escolas tem a cruz adornando as paredes. Em toda parte a cruz está honrada e adorada ostensivamente - de centenas de maneiras!

Quando uma criança é aspergida, o padre faz o sinal da cruz sobre sua testa, dizendo: "Recebe o sinal da cruz sobre tua testa" Durante a confirmação, o candidato é assinalado com a cruz. Na Quarta-Feira de Cinzas, cinzas são usadas para fazerem uma cruz na testa. Quando os católicos entram no prédio da igreja, eles mergulham o polegar da mão direita na "água benta" tocam a testa, o peito, o ombro esquerdo e o direito - traçando, assim, uma figura da cruz. O mesmo sinal é feito antes de tomar as refeições, Durante a Missa, o sacerdote faz o sinal da cruz 16 vezes e abençoa o altar com o sinal da cruz 30 vezes.

As igrejas protestantes, em sua maioria, não acreditam em fazer sinal da cruz com os dedos. Nem se ajoelham diante de cruzes ou usam-nas como objetos de adoração. Eles tem reconhecido que estas coisas são anti escrituristicas e supersticiosas. Mas o uso da cruz tem sido comumente retido em torres ou púlpitos, e de várias outras maneiras como uma forma de decoração.

Os cristãos primitivos não consideravam a cruz como um simbolo virtuoso, mas antes "o madeiro maldito", um instrumento de morte e de "vergonha" (Heb. 12: 2). Eles não confiavam em uma velha rude cruz. Em lugar disto, sua fé estava no que sucedeu na cruz; e através dessa fé, eles conheciam o pleno e completo perdão do pecado! Foi nesse sentido que os apóstolos pregavam a respeito da cruz e se gloriavam nela (I Cor 1: 17,18). Eles jamais falaram da cruz como uma peça de madeira que alguém tinha que conduzir pendurada em uma correntinha ao redor do pescoço ou levar em sua mão como uma proteção ou amuleto. Tais usos da cruz vieram mais tarde.

Não foi até o cristianismo começar a ser paganizado (ou, como alguns preferem, o paganismo ser cristianizado), que a imagem da cruz começou a ser imaginada como um símbolo cristão. Foi em 431 que cruzes em igrejas e camaras foram introduzidas, enquanto o uso de cruzes em campanários não começou até em torno de 586. No sexto século, a imagem do crucifixo foi sancionada pela igreja de Roma. Não foi até o segundo Concílio de Éfeso que lares particulares foram solicitados a possuírem uma cruz.

Se a cruz for um simbolo cristão, não se pode dizer que sua origem está dentro do cristianismo, pois de uma forma ou de outra ela era um símbolo sagrado muito antes da Era Cristã e entre muitos povos não cristãos De acordo com o An Expository Dictionary of New Testament Words, a cruz originou-se entre os babilônios da antiga Caldéia. "A forma eclesiástica de uma cruz de duas hastes... teve sua origem na antiga Caldéia, e foi usada como o símbolo do deus Tamuz (sendo em forma do Místico Tau, a inicial do seu nome) naquele país e em terras adjacentes, incluindo o Egito... A fim de aumentar o prestígio do sistema eclesiástico aptata, os pagãos foram recebidos dentro das igrejas independe da regeneração pela fé, e foram permitidos abertamente reter signos pagãos e símbolos. Dai o Tau ou T, em sua forma mais quente, com a peça da cruz abaixada, foi adorado para ficar lugar da cruz de Cristo"!

Em qualquer livro no Egito que mostra os velhos monumentos e paredes dos antigos templos, alguém pode ver o uso da cruz T. A ilustração que acompanha mostra o deus egípcio Amon serando uma cruz Tau.

Esta ilustração, tomada de um edifício de Amenófis IV no Egito, mostra um rei rezando. Observe o circulo redondo do sol com uma forma de mistério do deus-sol abaixo dele. Diz um importante historiador em referência ao Egito: Aqui, sem mudança, por milhares de anos, descobrimos entre os seus mais sagrados hieroglifos a cruz em várias formas... mas aquela conhecida especialmente como a cruz do Egito", ou a cruz Tau, é da forma da letra T, freqüentemente com um circulo ou ovóide acima dela. Ainda este símbolo místico não era peculiar a este país, mas era reverenciado... entre os caldeus, fenícios, mexicanos, e todos os povos antigos em ambos os hemisférios".

Enquanto o símbolo da cruz se espalhou para várias nações, seu uso se desenvolveu de diferentes maneiras. Entre os chineses, à cruz é... reconhecida como um dos mais antigos amuletos... e retratada sobre as paredes dos seus pagodes, é pintada sobre as lanternas usadas para iluminar os mais sagrados recessos dos seus templos".

A cruz tem sido um símbolo sagrado na Índia por séculos entre povos não cristãos. Tem sido usada para marcar os jarros de água sagrada tirada do Ganges, também como um emblema dos santos Jains desencarnados. Na parte central da Índia, duas rudes cruzes de pedra tem sido descobertas que datam de um tempo séculos antes da Era Cristã - uma com mais de três metros, a outra com mais de dois metros e meio de altura. Os budistas, e numerosas outras seitas da Índia marcavam seus seguidores na cabeça com o sinal da cruz.

No continente africano, em Susa, nativos mergulham uma cruz no rio Gitche. As mulheres cabilas embora sejam maometanas, tatuam uma cruz entre os olhos. Em Wanyamwizi, paredes são decoradas com cruzes. Os Yaricks, que estabeleceram uma linha de reinas do Niger até o Nilo, tem uma imagem de uma cruz pintada em seus escudos.

Quando os espanhóis desembarcaram pela primeira vez no México, "não puderam reprimir sua admiração'', diz Prescott, "quando viram a cruz, o emblema sagrado de sua própria fé, elevada como objeto de adoração nos templos de Anahuac. Os espanhóis não estavam ao par que a cruz era o símbolo de adoração da mais remota antiguidade... pelas nações pagas sobre quem a luz do cristianismo jamais havia brilhado".

Em Palenque, no México, fundada por Votan no nono século antes da Era Cristã, existe um templo pagão conhecido como "O Templo da Cruz" Ali, sobre um altar, esta uma cruz central com 1,98m horizontalmente e 3,36m de altura. A The Catholic Encyclopedia inclui uma fotografia desta cruz, abaixo da qual estão as palavras "Cruz Pré-Cristã de Palenque."

Nos tempos remotos, os mexicanos adoravam uma cruz como tora (nosso pai). Esta prática de chamar a um pedaço de madeira com o título de "pai" também é mencionada na Bíblia. Quando os israelitas misturaram a idolatria com sua religião, disseram para um pau, "Tu és meu pai" (Jer. 2:27). Mas, é contrário às Escrituras chamar um pedaço de madeira (ou um sacerdote) pelo titulo de "pai

Eras atrás, na Itália, antes das pessoas conhecerem qualquer coisa a respeito das artes da civilização, elas acreditavam na cruz como um símbolo religioso. Ela era vista como protetora e era colocada sobre catacumbas. Em 46 antes de Cristo, moedas romanas mostravam Júpiter segurando um longo cetro terminado com uma cruz. As Virgens Vestais da Roma pagã usavam cruzes penduradas em seus colares, como as freiras da igreja católica romana o fazem agora.

Os gregos desenhavam cruzes nas faixas de cabeça do seu deus correspondente a Tamuz dos babilônios. Porcelli menciona que Ísis era mostrada com uma cruz em sua testa. Seus sacerdotes carregavam cruzes em procissão em sua adoração a ela. O templo de Serápis em Alexandria era encimado por uma cruz. O templo da Esfinge quando foi desencavado descobriu-se que tinha a forma cruciforme. Insignias na forma de uma cruz eram levadas pelos persas durante suas batalhas com Alexandre o Grande (335 a.C.).

A cruz era usada como um símbolo religioso pelos aborigenes da América do Sul nos tempos antigos. Crianças recém-nascidas eram colocadas debaixo de sua proteção contra os maus espíritos. Os patagônios tatuavam suas testas com cruzes. Cerâmica antiga do Peru foi encontrada com cruzes marcadas como símbolos religiosos. Monumentos mostram que os reis assirios usavam cruzes suspensas de seus colares, como o faziam alguns dos estrangeiros que batalharam contra os egípcios.

Cruzes também figuravam nas roupas de Rot-n-no nada menos do que no século XV antes da Era Cristã.

A The Catholic Encyclopedia reconhece que "o sinal da cruz, representado na sua forma mais simples pelo cruzamento de duas linhas em ângulos fetos, antedata grandemente, tanto no Oriente como no Ocidente, a introdução do cristianismo. Ele remonta a um período muito remoto da civilização humana".

"Mas, uma vez que Jesus morreu em uma cruz", alguém questiona, "isto não faz dela um simbolo cristão?" É verdade que em muitas mentes a cruz é agora associada com Cristo. Mas, aqueles que conhecem sua história e as maneiras supersticiosas como tem sido usada - especialmente nos séculos passados - podem ver o outro lado da moeda. Embora soe grosseiro, alguém tem perguntado: "Suponha que Jesus tivesse sido morto com um revólver; seria isto razão para termos um revólver pendurado em nossos pescoços ou no topo do telhado da igreja?" A coisa se conclui assim: O importante não é o que, mas quem - quem foi que morreu, não que instrumento de morte foi usado Santo Ambrósio falou algo válido, quando disse, "Adoremos a Cristo, nosso Rei, que foi pendurado no madeiro, não o madeiro."

A crucificação, como um método de morte "era usado em tempos antigos como punição para crimes flagrantes no Egito, Assíria, Pérsia, Palestina, Cartago, Grécia, e Roma . A tradição atribui a invenção da punição da cruz a uma mulher, a rainha Semíramis”!

Cristo morreu em uma cruz - fosse de que tipo fosse - e ainda muitos tipos de cruzes são usados na religião católica. Alguns poucos diferentes tipos são mostrados aqui. Uma página na The Catholic Encyclopedia mostra quarenta. Se o uso católico romano da cruz começou simplesmente com a cruz de Cristo - e não foi influenciado por nenhum paganismo - por que existem tantos tipos diferentes de cruzes que são usados?

Diz um notável escritor: "Das várias variedades da cruz ainda em voga, como emblemas nacionais e eclesiásticos, distinguidos pelos apelos familiares de São George, Santo André, Cruz de Malta, Cruz Grega, Cruz Latina, etc, não existe entre elas nenhuma cuja existência não possa ser traçada até a mais remota antiguidade"!

A cruz conhecida como a cruz TAU era largamente usada no Egito. "Em tempos posteriores os cristãos egípcios (captas) atraídos por sua forma e talvez por seu simbolismo, adoraram-na como o emblema da cruz". O que é conhecida como a cruz GREGA foi também encontrada em monumentos egípcios. Esta forma da cruz foi usada na Frígia, onde adornava o túmulo de Midas. Entre as ruirias de Nínive, um rei é mostrado usando uma cruz DE MALTA sobre seu peito. A forma da cruz que é hoje conhecida como a cruz LATINA era usada pelos etruscos, conforme é vista em um antigo túmulo pagão com anjos alados de cada lado dele.

Entre os cumas da América do Sul, a que tem sido chamada de cruz de SANTO ANDRÉ, era vista como protetora contra maus espíritos. Ela apareceu nas moedas de Alexandre Bala na Síria em 146 antes de Cristo e naquelas dos reis bactrianos em torno de 140 a 120 a.C. muito antes de "Santo André" ter ao menos nascido! A cruz que mostramos aqui é chamada hoje de cruz do CALVÁRIO, ainda assim este desenho é de uma antiga inscrição da Tessália que data de um período anterior à Era Cristã!

Uma questão final permanece. Jesus morreu sobre uma cruz - de que forma era ela? Alguns acreditam que era simplesmente uma estaca de tortura, sem qualquer haste cruzando. A palavra cruz" automaticamente nos leva ao significado de que duas peças de madeira "cruzam" uma a outra em algum ponto ou ângulo. Mas a palavra grega da qual “cruz” é traduzida no Novo Testamento, stauros, não exige este significado. A palavra em si mesma significa uma estaca reta levantada, ou poste. Se o instrumento sobre o qual Jesus morreu não foi mais do que isto, não foi uma cruz (como tal), afinal de contas! Isto mostraria claramente a insensatez do falo de muitos tipos de cruzes serem "cristianizadas". Mas, não precisamos insistir a respeito desta conclusão.

A declaração de Tomé a respeito do sinal de cravos (plural) nas mãos de Jesus (João 20:25) pareceria indicar uma peça cruzada, pois em uma simples estaca suas mãos teriam provavelmente sido transpassadas com um só cravo. Deixando espaço acima de sua cabeça para a inscrição (Lucas 23:38), estas coisas tenderiam a favorecer o que tem sido chamada de cruz Latina. Cruzes em formato de um "T" ou "X" podem ser eliminadas, uma vez que estas não dariam provavelmente espaço suficiente acima da cabeça, para a inscrição.

Quanto à forma exara da cruz de Cristo, não precisamos ficar muito preocupados. Todos esses argumentos tornam-se insignificantes, quando comparados com o real significado da cruz - não a peça de madeira mas a eterna redenção de Cristo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Obeliscos, Templos E Torres


"E destruirá os obeliscos do templo do Sol, no Egito,
e entregará às chamas todos os templos dos seus deuses. "
Jeremias 43:13


São Paulo - Brasil
ENTRE AS NAÇÕES ANTIGAS, eram feitas imagens não somente de deuses e deusas em forma humana, mas muitos objetos que tinham um significado misterioso ou oculto eram parte da adoração pagã. Um exemplo destacado disto é visto no uso dos antigos obeliscos.

Diodorus falou de um obelisco de 40 metros de altura que foi erigido pela Rainha Semiramis na Babilônia. A Bíblia menciona uma imagem tipo obelisco de aproximadamente três metros de largura e 30 metros de altura. "...se prostraram todos os povos, nações e línguas, e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado na Babilônia" (Daniel 3:1-7). Mas foi no Egito (um baluarte anterior da religião de mistérios) que o uso do obelisco foi melhor conhecido. Muitos dos obeliscos ainda estão no Egito, embora alguns tenham sido removidos para outras nações. Um deles está no Central Park de New York, outro em Londres, e outros foram transportados para ROMA.




Central Park de New York


Rio Tâmisa em Londres Inglaterra.


Originalmente, o obelisco estava associado com a adoração do sol, um símbolo de "Baal" (que era um dos titulos de Nimrode). Os antigos - tendo rejeitado o conhecimento do verdadeiro Criador - vendo que o sol dava vida as plantas e ao homem, olhavam para o sol como um deus, o grande doador da vida. Para eles, o obelisco também tinha um significado sexual. Sabendo que através da união sexual era produzida a vida, o falo (o órgão masculino da reprodução) era considerado (junto com o sol) um símbolo de vida. Estas eram as crenças representadas pelo obelisco.

Símbolo egípicio de baal, representando o sol nascente.

A palavra "imagens" na Bíblia é tradução de várias palavras hebraicas diferentes. Uma destas palavras matzebah, significa "imagens de pé" ou obeliscos (I Reis 14: 23; II Reis 18: 4; 23: 14; Jer. 43: 13; Miquéias 5: 13). Outra palavra é harnmanim que significa "imagens do sol", imagens dedicadas ao sol ou obeliscos (Isaias 17: 8; 27: 9).

Obelisco de Axum (Etiópia)
Estava na cidade de Roma e será restituido
para o seu país de origem



Versículos extraídos do site: www.bibliaonline.com.br - Tradução Católica

"Edificaram para si lugares altos, estelas e ídolos asserás sobre todas as colinas
e debaixo de tudo que fosse árvore verde."
1 Reis 14:23

"Destruiu os lugares altos, quebrou as estelas e cortou os ídolos de pau asserás. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés tinha feito, porque os israelitas tinham até então queimado incenso diante dela. {Chamavam-na Nehustã}. "
2 Reis 18:4


"Quebrou as estátuas, cortou os ídolos asserás e encheu
o lugar com ossos humanos."
2 Reis 23:14

 "E destruirá os obeliscos do templo do Sol, no Egito,
e entregará às chamas todos os templos dos seus deuses. "
Jeremias 43:13

"Tirarei do meio de ti os ídolos e as estelas, e cessarás
de adorar a obra de tuas mãos. "
Miquéias 5:13


 
Os obelisco são monumentos frequentes
na mioria das cidades da Europa e também
em muitos países do planeta


"...e ele não olhará mais aquilo que seus dedos fizeram
{as estacas sagradas e as estelas ao sol}. "
Isaías 17:8

"Assim foi expiado o crime de Jacó, e este é o resultado do perdão de seu pecado:
ele quebrou as pedras dos altares, como se trituram as pedras de cal;
as estacas sagradas e os monumentos ao sol não se erguem mais,"
Isaías 27:9

Para que os obeliscos tenham o simbolismo que se pretende para eles, eles foram colocados apontados para cima - eretos. Assim, eles apontavam para cima - na direção do sol. Como um simbolo do falo, a posição ereta também tinha um significado óbvio. Trazendo isto em mente, é interessante notar que quando o julgamento divino foi pronunciado contra esta falsa adoração, foi dito que estas imagens (obeliscos) "não poderão ficar em pé" mas deveriam ser derrubadas (Isaías 27:9).


O sol infelizmente usado como símbolo
de adoração e devoção

Quando os israelitas misturaram adoração pagã com sua religião nos dias de Ezequiel, eles erigiram uma "imagem de ciúmes na entrada" do templo (Ezequiel 8: 5). Esta imagem era provavelmente um obelisco, o simbolo do falo, pois (como afirma Scofield) eles eram "dados aos cultos fálicos." Colocar um obelisco à entrada de um templo pagão não era, aparentemente, uma prática incomum naquele tempo. Uma permanecia à entrada do templo de Rum e outra na frente do templo de Hathor, a "habitação de Horus" (Tamuz).

"E ele me disse: filho do homem, ergue os olhos para o norte. Levantei os olhos para
o norte, e vi ao norte da porta do altar, à entrada, o ídolo que provoca o ciúme {do Senhor}."
Ezequiel 8:5


Entrada do Templo di Horus, sobre o ingresso
o sol e a direita dois obeliscos.



Olho de Hórus (Tamuz), mais conhecido "o olho que tudo vê"

Bastante interessante é que existe um obelisco à entrada da Basílica de São Pedro, em Roma, como o mostra a fotografia na página seguinte. Não é uma mera copia de um obelisco egípcio, o próprio obelisco que estava no Egito nos tempos antigos! Quando a religião de mistérios veio para Roma nos dias pagãos, não somente obeliscos foram feitos e levantados em Roma, mas obeliscos do Egito - com enorme despesa - foram rebocados de la e levantados pelos imperadores. Calígula, em 37-41 d.C., fez o obelisco que está agora no Vaticano, ser trazido de Heliópolis, Egito, para seu circo no Monte Vaticano, onde agora esta a Catedral de São Pedro. 5 Heliópolis não é senão o nome grego de Bethshemesh, que era o centro da adoração do sol do Egito nos dias antigos. No Velho Testamento estes obeliscos que permaneciam ali eram mencionados como as "imagens de Bethshemesh" (Jer. 43:13)!

Basílica de São Pedro

Obelisco egipicio de 25 metros de altura

O mesmo obelisco que uma vez permanecia no templo antigo que era o centro do paganismo egípcio, agora permanece diante da igreja mãe do romanismo! Isto parece muito mais do que uma simples coincidência.

O obelisco de granito vermelho do Vaticano tem 25 metros de altura (40 com sua fundação) e pesa 320 toneladas.


"E destruirá os obeliscos do templo do Sol, no Egito,
e entregará às chamas todos os templos dos seus deuses. "
Jeremias 43:13

Em 1586, a fim de colocá-lo no centro da praça diante da igreja de São Pedro, ele foi movido para sua atual localização por ordem do papa Sixto V. É claro que mover esse pesado obelisco - especialmente naqueles dias - era uma tarefa muito difícil. Muitos recusaram-se a tentar, especialmente pelo rato que o papa havia sentenciado à pena de morte qualquer um que deixasse o obelisco cair e quebrar-se!

Documeto histórico contendo a imagem
do papa Sixto V e o seu obelisco

Finalmente um homem pelo nome de Domenico Fontana aceitou a responsabilidade. Com 45 guinchos, 160 cavalos, e uma turma de 800 homens, começou a tarefa de movimentá-lo. A data foi 10 de Setembro de 1586. Multidões enchiam a grande praça. Enquanto o obelisco estava sendo movido, a multidão, sob pena de morte, era obrigada a permanecer em silêncio. Finalmente, após quase falhar, o obelisco foi levantado - ao som de centenas de sinos dobrando, o troar de canhões, e os altos vivas da multidão. O ídolo egípcio foi dedicado à "cruz" (a cruz no topo do obelisco é suposto a conter uma lasca da cruz original), foi celebrada uma missa, e o papa pronunciou uma bênção sobre os trabalhadores e sobre seus cavalos.

Representação artística do levantemento do obelisco em Roma

 O desenho a seguir mostra o padrão da igreja de São Pedro e o átrio circular em frente a ela. No centro desse atrito esta o obelisco. Este átrio é circundado por 248 colunas do estilo dórico que custam aproximadamente um milhão de dólares. O estilo de tais colunas foi tomado emprestado do estilo dos templos pagãos.

Planta da Praça são Pedro e do templo:
A. Altar-mór
B. Estátuas de Pedro
C. Obelisco egípicio

Como o obelisco, as colunas pagas foram frequentemente vistas como formas "misteriosas" do falo. No vestíbulo do templo pagão da deusa de Hierápolis, uma inscrição referindo-se às colunas, rezava: "Eu, Dionísio, dediquei estes falos a Hera, minha mãe adotiva".

A imagem fala por si só
Como os líderes católicos romanos tomaram emprestadas outras idéias do paganismo, não é surpresa que construir templos elaborados e dispendiosos também se tornaram um costume. Líderes de mentes mundanas pensaram que poderiam construir templos de mais esplendor do que os da religião romana.

Sabemos que Deus orientou seu povo sob o reinado de Salomão a edificar um templo - no Velho Testamento, e escolheu colocar Sua presença ali. Mas, no Novo Testamento, está claro que o Espirito Santo não mais habita em templos feitos pelas mãos dos homens (Atos 17:24). Agora Deus habita em seu povo - sua verdadeira igreja - pelo Espirito! Diz Paulo: "Vós sois o templo de Deus... o Espírito de Deus habita em vós" (I Cor. 3:16). Entendendo esta grande verdade, a igreja primitiva - cheia do Espirito - jamais se dispôs a construir templos de pedra e aço. Eles saíram a pregar o evangelho. Seu tempo não era gasto em campanhas financeiras, nem em opressivos pedidos de ofertas para construir um edifício mais fantasiado do que outro templo mais abaixo na mesma rua! De acordo com o Halley´s Bible Handbook, não temos registro de construção de igreja (como tal) antes de 222-235 d.C.!

Isto não é para sugerir que é errado ter edifícios de igrejas. Provavelmente a razão que construções de igrejas não foram feitas anteriormente foi por causa das perseguições, pois os primeiros cristãos não tinham permissão de possuir propriedades. Mas, se eles tivessem tido este privilégio, temos certeza que tais edifícios teriam sido construídos de maneira simples - não para um show exterior. Eles não teriam tentado competir com o estilo dispendioso dos templos pagãos cheios de esplendor - como o templo de Diana em Éfeso ou o Panteon de Roma.

Templo de Diana

Panteon de Roma
Mas, quando a igreja veio a ter poder político e riqueza, sob o reinado de Constantino, um padrão de construir igrejas ricas e elaboradas, foi estabelecido e tem continuado até este dia. Esta idéia tem se tornado tão implantada na mente das pessoas, que a palavra "igreja" (para muitas pessoas) significa um edifício. Mas, em seu uso bíblico, a palavra refere-se a uma assembléia ou grupo de pessoas que são - elas mesmas - O templo do Espirito Santo! Estranho como possa parecer, um edifício de igreja poderia ser totalmente destruído, e ainda assim a verdadeira igreja (o povo) permaneceria.

A maioria dos dispendiosos edifícios de igrejas que tem sido construídos através dos séculos tem como padrão uma torre. Cada geração de construtores de igrejas tem copiado a geração anterior, provavelmente jamais questionando a origem da idéia. Algumas torres tem custado fortunas para construir. Isto não tem acrescentado qualquer valor espiritual. Jesus, é claro, jamais construiu tais estruturas quando esteve na terra, nem deu qualquer instrução para serem construídas após sua partida. Como, então, esta tradição de torre na arquitetura das igrejas começou?

Se o leitor permitir-nos uma certa liberdade a este ponto, sugeriremos uma teoria que aponta lá atrás para a Babilônia. É claro que todos nós nos lembramos da torre de Babel. O povo disse, "Façamos tijolos...vamos edificar para nós uma cidade e uma torre cujo topo atinja os céus" (Gn. 11: 3,4). A expressão "os céus" sem dúvida é uma figura de linguagem para grande altura, como foi também o caso quando cidades com muros que alcançavam até os céus" foram mencionadas (Dt. 1: 28). Não é para supormos que esses construtores de Babel pretendiam construir até atingir bem no trono de Deus. Em lugar disto, existem evidências suficientes para mostrar que a torre (comumente chamada de "zigurate") estava conectada com sua religião - com a adoração do sol.
Zigurate evolução do conceito da torre de babel


"De todos os majestosos monumentos da Babilônia, o Zigurate com a torre deve certamente ter sido uma das construções mais espetaculares do seu tempo, elevando-se majestosamente acima de seu enorme muro de mil torres... ao redor da grande praça, camaras separadas para os peregrinos, como também para os sacerdotes que cuidavam do "Zigurate". Koldewey chamava este conjunto de edifícios "o Vaticano da Babilônia' ".

Figura em representação 3D de uma cidade e a sua Zigurate


Tem sido sugerido que um dos significados do nome da deusa Astarte (Semíramis), escrito como "asht-tart' quer dizer à mulher-que fez torres". A deusa Cibele (que também tem sido identificada com Semíramis) foi conhecida como a deusa guardadora das torres, a primeira (diz Ovidio) que erigiu torres em cidades e foi representada com uma coroa em forma de torre em sua cabeça, como também o foi Diana (veja a página 17). No simbolismo da igreja católica, uma torre é o emblema da virgem Maria! Por acaso tudo isto não está ligado?

Escrito a adireita de baixo da Torre em italiano: "Torre della Madonna"
que quer dizer " Torre da Virge Maria"


Algumas antigas torres, como todos nos sabemos, foram edificadas com propósitos militares, como torres de vigia. Mas, muitas das torres que foram construídas no Império Babilônico eram exclusivamente torres religiosas, conectadas com um templo! Naqueles tempos um estrangeiro entrando numa cidade babilônica não teria qualquer dificuldade em localizar seu templo, pois muito acima das casas de telhados chatos, sua torre poderia ser vista! A The Catholic Encyclopedia diz, "É um fato surpreendente que a maioria das cidades babilônicas possuía um... templo-torre."

É possível que a Babilônia (como outras coisas que temos mencionado) pudesse ser a fonte para as torres religiosas? Relembramos que foi enquanto estavam construindo a tremenda torre de Babel que a dispersão começou. Certamente não é impossível que quando os homens migraram para varias terras, levaram consigo a idéia de uma "torre". Embora estas torres tenham tomado diferentes formas em diferentes países, ainda assim as torres de uma forma ou de outra permanecem!

Torres tem há muito sido uma parte estabelecida da religião dos chineses. O "pagode" (ligado com a palavra "deusa") em Nanquim, e mostrado em nossa ilustração.

Pagode em Nanquin
Na religião hindu "espalhados acima das grandes naves dos templos estão grandes pagodes ou torres... elevando-se altas acima do terreno circundante, podendo ser vistas de toda parte pelo povo, e assim sua devoção à sua adoração idólatra foi aumentada. Muitos desses pagodes estão a vários metros de altura e estão cobertos com esculturas representando cenas nas vidas dos deuses do templo, ou de santos eminentes".

Pagode - China

Pagode - Indonésia

Pagode Japão
Entre os maometanos também, embora de uma forma algo diferente, podem ser vistas torres de sua religião. A primeira ilustração na página seguinte mostra as numerosas torres, chamadas minaretes, em Meca. Torres deste estilo também foram usadas na famosa igreja de Santa Sofia em Constantinopla (ilustração acima).

Meca - No fundo dois obeliscos

O uso de torres também existe na cristandade - entre católicos e protestantes. A torre da grande catedral de Colônia eleva-se a 157 metros acima da rua, enquanto a da catedral de Ulm, na Alemanha, tem 161 metros de altura. Até mesmo pequenas capelas freqüentemente tinham uma torre de algum tipo. É uma tradição que raramente e questionada.

Catedral de Colônia
No topo de muitas torres de igrejas, um campanário freqüentemente aponta para o firmamento! Vários escritores escreveram ligando, e talvez não sem alguma justificação, as pontas e campanários com o antigo obelisco. "Existe uma evidência': diz um, "para mostrar que os campanários de nossas igrejas devem sua existência a postes ou obeliscos do lado de fora dos templos das eras passadas". Outro afirma: "Existem ainda hoje notáveis espécimens dos símbolos" fálicos originais... campanários nas igrejas... e obeliscos... todos mostram a influência de nossos ancestrais adoradores de falos".

Campanário de uma igreja

Santos, Dias Santos E Símbolos


"Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus,
aos santos que estão em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus:"
Efésios 1:1

EM ACRÉSCIMO ÀS ORAÇÕES e devoções que são dirigidas a Maria, os católicos romanos também honram e rezam para diversos "santos". Estes santos, de acordo com a posição católica, são mártires ou outras pessoas notáveis da igreja que morreram e a quem os papas pronunciaram santos.

Em muitas mentes a palavra "santo" refere-se somente a uma pessoa que obteve um grau especial de santidade, apenas um seguidor muito especial de Cristo. Mas, de acordo com a Biblia, TODOS os verdadeiros cristãos são santos - até mesmo aqueles que poderão tristemente terem falta de maturidade espiritual ou conhecimento. Assim, os escritos de Paulo aos cristãos em Éfeso, Filipos, Corinto, ou Roma, foram endereçados aos santos" (Ef. 1: 1, etc). Santos, deve-se observar, eram pessoas vivas, não aquelas que já tinham morrido.

Se quisermos que um "santo" ore por nós, ele deve ser uma pessoa viva. Mas, se tentarmos comungar com pessoas que já morreram, o que mais é isto a não ser uma forma de espiritismo? Repetidamente a Bíblia condena toda a tentativa de comungar com os mortos (veja Isaias 8: 19,20). Ainda assim, muitos rezam o Credo Apostólico" que diz: Cremos na comunhão dos santos que é um artigo do Credo dos Apóstolos" Orações "para os santos e mártires coletivamente, ou para algum deles em particular" são recomendada. O verdadeiro linguajar do Concílio de Trento é que "os santos que reinam juntos com Cristo oferecem suas próprias orações a Deus pelos homens. É bom e útil suplicantemente invocálos, e ter o recurso de suas orações, sua ajuda, e seu socorro para obter beneficias de Deus".

Quais são as objeções a estas crenças? Deixemos que a The Catholic Encyclopedia responda por si mesma. "As principais objeções levantadas contra a intercessão e invocação dos santos são que estas doutrinas são opostas à fé e a confiança que devemos ter somente em Deus... e que elas não podem ser provadas pelas Escrituras...". Com esta afirmação nós concordamos. Em nenhum lugar as Escrituras indicam que os vivos podem ser abençoados ou beneficiados pelas orações para ou através daqueles que ja morreram. Em lugar disto, de muitas maneiras as doutrinas católicas relacionadas com os "santos" são muito semelhantes as antigas idéias pagas que eram defendidas com relação aos "deuses".

Olhando novamente lá atrás, para a "mãe" da falsa religião - a Babilônia - descobrimos que as pessoas oravam para e honravam uma pluralidade de deuses. De fato, o sistema babilônico desenvolveu-se até ter uns 5.000 deuses e deusas. Mais ou menos da mesma maneira como os católicos acreditam com relação aos seus "santos", os babilônios acreditavam que seus "deuses" tinham, durante certo tempo, sido heróis vivos na terra, mas estavam agora em um plano mais alto. "Cada mês e cada dia do mês estava sob a proteção de uma divindade particular". Havia um deus para este problema, um deus para cada uma das diferentes profissões, um deus para isto e um deus para aquilo.

Da Babilônia - como a adoração da grande mãe - tais conceitos a respeito dos "deuses" espalhou-se pelas nações. Mesmo os budistas na China tem sua adoração de diversas deidades, como a deusa dos marinheiros, o deus da guerra, e os deuses de determinadas localidades ou profissões". Os sírios acreditavam que os poderes de certos deuses eram limitados a certas arcas, como um incidente na Biblia registra: "Seus deuses são deuses dos montes; portanto eles eram mais fortes do que os nossos; mas vamos combater contra eles na planície, e certamente seremos mais fortes do que eles" (I Reis 20:23).

Quando Roma conquistou o mundo, estas mesmas idéias estavam muito em evidência como o gráfico seguinte mostrará. Brighit (1) era a deusa dos ferreiros e da poesia. Juno Regina (2) era a deusa da feminilidade e dos casamentos. Minerva (3) era a deusa da sabedoria, das artes manuais e dos músicos. Vênus (4) era a deusa do amor sexual e do nascimento. Vesta era a deusa dos padeiros e dos fogos sagrados. Ops era a deusa da riqueza. Ceres era a deusa do milho, do trigo, e da vegetação que crescia. (Nossa palavra "cereal", é claro, vem do seu nome.) Hércules era o deus da alegria e do vinho. Mercúrio era o deus dos oradores e, nas fábulas antigas, ele mesmo era um ótimo orador, o que explica porque o povo de Listra pensou que Paulo era o deus Mercúrio (Atos 14: 11,12). Os deuses Castor e Pólux foram os protetores de Roma e dos viajantes no mar (cf. Atos 28: 11). Cronos era o guardião dos juramentos. Janus era o deus das portas e portões. "Havia deuses que presidiam sobre cada momento da vida de um homem, deuses da casa e do jardim, da comida e da bebida, da saúde e da doenças".

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Com a idéia de deuses e deusas associada com vários eventos na vida, agora estabelecida na Roma pagã, foi apenas mais outro passo para aqueles mesmos conceitos finalmente serem incorporados na igreja de Roma. Uma vez que os convertidos do paganismo estavam relutantes de abandonarem seus "deuses" - a menos que pudessem encontrar algum correspondente no cristianismo - os deuses e deusas ganharam novos nomes, como "santos". A velha idéia de deuses associados com certas profissões e dias tem continuado na crença católica romana em santos e dias santos, como a tabela seguinte a mostra.


Atores São Genésio 25 de agosto
Arquitetos São Tomás 21 de dezembro
Astrónomos São Cominique 4 de agosto
Atletas São Sebastião 20 de janeiro
Padeiros Santa Elizabete 19 de novembro
Banqueiros São Mateus 21 de setembro
Mendigos Santo Aleixo 17 de julho
Livreiros São João de Deus 8 de março
Pedreiros Santo Estévão 26 de dezembro
Construtores São Vicente Férrer 5 de abril
Açougueiros Santo Adriano 28 de setembro
Motoristas de Táxi São Fiuce 30 de agasto
Fabricantes de Velas São Benardo 20 de agasto
Comediantes São Vito 15 de junho
Cozinheiros Santa Marta 29 de julho
Dentistas Santa Apolônia 9 de fevereiro
Médicos São Lucas 18 de outubro
Editores São João Bosco 31 de janeiro
Floristas Santa Dorotéia 6 de fevereiro
Chapeleiros São Tiago 11 de meio
Donas de casa Sant'Anna 26 de julho
Caçadores São Hubert 3 de novembro
Operários São Tiago Magno 25 de julho
Advogados Santo Ives 19 de maia
Bibliotecários São Jerônimo 30 de Setembro
Comerciantes São Francisco Assis 4 de outubro
Mineiros Santa Bárbara 4 de dezembro
Músicos Santa Cecília 22 de novembro
Tabeliães São Marco Evangdista 25 de abril
Enfermeiros Santa Catarina 30 de abril
Pintores São Lucas 18 de outubro
Farmacêuticos Santa Gemma Galguei 11 de abril
Estucadores São Bartolomeu 24 de agoato
Impressores São João de Dew 8 de março
Marinheiros São Brendan 16 de maio
Cientistas Santo Alberto 15 de novembro
Cantores São Gregório 12 de março
Metalúrgico Santo Eliguis 1 de dezembro
Estudantes São Tomás de Aquino 7 de março
Cirurgiões Santos Cosme & Damião 27 de setembro
Alfaiates São Bonifácio de Crediton 5 de junho
Coletores de Impostos São Mateus 21 de setembro


Os católicos romanos também tem santos para o seguinte:

Mulheres estéreis Santo Antonio
Bebedores de Cerveja São Nicolau
Crianças São Domenico
Animais domésticos Santo Antônio
Emigrantes São Francisco
Problemas Familiares Santo Eustáquio
Fogo São Lourenço
Enchentes São Colombo
Relâmpagos Santa Bárbara
Amantes São Rafael
Velhas Santo André
Pobres São Lourenço
Mulheres grávidas São Gerardo
Televisão Santa Clara
Tentação São Ciríaco
Para prender ladrões São Gervásio
Para ter filhos Santa Felicitas
Para ganhar um marido São José
Para ganhar uma esposa Sant'Anna
Para achar coisas perdidas Santo Antônio


Os católicos são ensinados a rezar para certos "Santos" para ajudar com os seguintes problemas de saúde:

Artrite São Tiago
Mordidas de cachorros São Hubert
Mordidas de cobras Santo Hilário
Cegueira São Rafael
Câncer São Peregrino
Cãibras São Maurício
Surdez São Cadoc
Doenças do peito Santa Agata
Doenças dos olhos Santa Luci
Doenças da garganta Santo Blase
Epilepsia; nervos São Vito
Febre São Jorge
Doenças dos pés São Victor
Pedras da vesícula São Libério
Gota Santo André
Dores de cabeça São Denis
Doenças do coração São João de Deus
Insanidade mental Santa Dimpna
Doenças da pele São Roque
Esterilidade São Giles





São Hubert nasceu em torno de 656 e apareceu em nossa lis como o santo padroeiro dos caçadores e curador da hidrofobia. Antes de sua conversão, quase todo o seu tempo era gasto caçando. Em uma Sexta-Feira Santa pela manhã, de acordo com a lenda, ele perseguiu um grande veado que subitamente se voltou e viu um crucifixo entre seus chifres e ouviu uma voz dizendo-lhe que voltasse para Deus.
Mas, por que rezar aos santos, quando os cristãos tem acesso a Deus? Os católicos são ensinados que através da oração aos santos podem obter ajuda que de outra maneira não receberiam! E são orientados adorar a Deus e então "rezar primeiro a Santa Maria, e os santos apóstolos, e os santos mártires e todos os santos de Deus... para considerá-los como amigos e protetores, e implorar sua ajuda na hora de tristeza, como a esperança que Deus concederia ao padroeiro o que por outro lado recusaria ao suplicante". Considerando-se tudo isto, parece evidente que o sistema católico romano do padroeiro evoluiu das crenças primitivas em deuses devotados a dias, ocupações, e as várias necessidades da vida humana.

Muitas das antigas lendas que tem sido associadas com os deuses pagãos, foram transferidas para os santos. A The Catholic Encyclopedia até mesmo diz que "estas lendas repetem as concepção encontradas nos relatos religiosos pré-cristãos... a lenda não é cristã, e somente cristianizada... Em muitos casos obviamente ten mesma origem do mito... A Antiguidade buscou fontes passadas, cujos elementos naturais não entendeu, atribuindo-as aos heróis; tal foi também o caso com muitas lendas dos santos... Tornou fácil transferir para os mártires cristãos as concepções que os antigos conservaram concernentes aos seus heróis. Esta transferência foi promovida pelos numerosos casos nos quais os santos cristãos tornaram-se os sucessores das divindades locais, e o culto cristão suplantou o antigo culto local. Isto explica o grande número semelhanças entre deuses e santos".

Como o paganismo e o cristianismo foram misturados, algumas vezes foi dado a um santo um nome semelhante em som do deus ou deusa pagã que ele substituía. A deusa Victoria dos Alpes Baixos foi renomeada como Santa Victoire, Cheron como São Cirano, Artemis como Santo Artemisio, Dionísio como Santo Dionísio, etc. A deusa Brighit (vista como a filha do deus-sol e que era representada com um filho nos braços) foi suavemente renomeada como "Santa Brigida". Nos dias pagãos, seu templo principal em Kildare era servido pelas Virgens Vestais que acendiam os fogos sagrados. Mais tarde seu templo tornou-se um convento e suas vestais, freiras. Elas continuaram a acender o fogo ritual apenas passaram a chamá-lo de "o fogo de Santa Brigida".


Panteon
O templo antigo melhor preservado, que agora permanece Roma é o Panteon, que em tempos antigos era dedicado (de acordo com a inscrição sobre o pórtico) a "Júpiter e a todos os deuses". Este foi reconsagrado pelo papa Bonifácio IV "a virgem Maria e a todos os santos". Tais práticas não eram incomuns. "Igrejas e ruirias de igrejas tem sido frequentemente encontradas nos lugares onde santuários e templos pagãos originalmente estavam situados... Até um certo ponto é também verdade que algumas vezes santo cuja ajuda era para ser invocada no santuário cristão trazia alguma analogia externa com a divindade anteriormente consagrada naquele lugar. É assim que em Atenas o santuário do curador Esculápio... quando se transformou em igreja, foi consagrada para os dois santos a quem os cristãos atenienses invocavam como curadores miraculosos, Cosme e Damião".


Uma caverna mostrada em Belém como o lugar no qual Jesus nasceu, de acordo com Jerônimo, era realmente uma pedra santuário na qual o deus babilônico Tamuz tinha sido adorado. A Escrituras jamais afirmam que Jesus nasceu em uma caverna.

Por todo o Império Romano, o paganismo morreu em uma forma, somente para viver novamente dentro da igreja Católica Romana. Não somente a devoção aos antigos deuses continua (em uma nova forma), mas o uso de estátuas desses deuses também continua. Em alguns casos, diz-se, as mesmas estátuas que haviam sido adoradas como deuses pagãos ganharam novos nomes, como santos cristãos. Através dos séculos, mais e mais estátuas forar feitas, até que hoje existem igrejas na Europa que contém até dois, três e quatro mil estátuas. Em grandes e impressionantes catedrais, em pequeninas capelas, em santuários à beira do caminho nos painéis de automóveis - em todos esses lugares os ídolos do catolicismo podem ser encontrados em abundância.


O uso de tais ídolos dentro da igreja católica romana fornece outra chave em solver o mistério da moderna Babilônia; porque como Heródoto mencionou, a Babilônia foi a fonte da qual todos os sistemas de idolatria fluiram para as nações. Ligar a palavra "ídolos" com estátuas de Maria e dos santos poderá parecer baatante duro para alguns. Mas, pode isto ser totalmente incorreto?


Admite-se nos escritos católicos que em numerosas vezes e entre vários povos, imagens dos santos tem sido adoradas de maneiras supersticiosas. Tais abusos, contudo, são geralmente colocado no passado. Explica-se que nesta era iluminada, nenhuma pessoa educada realmente adora o objeto em si mesmo, mas antes o que o objeto representa. Geralmente isto é verdade. Mas isto não é verdade com relação a tribos que usam ídolos (ídolos sem qualque dúvida) na adoração de deuses-demônios? A maioria delas não acreditam no ídolo em si mesmo como sendo um deus, mas apenas uma representação do deus-demônio que adoram.

Vários artigos dentro da The Catholic Encyclopedia procuram explicar que o uso das imagens é válido, na base de serem representativos de Cristo e dos santos. "A honra que é dada a elas referese aos objetos que representam, de modo que as imagens que beijamos e diante das quais descobrimos a cabeça e diante das quai nos ajoelhamos, o fazemos adorando a Cristo e venerando os santos cujas aparências elas tem". Nem todos os cristãos estão convencidos, contudo, que esta "explicação" e uma razão forte bastante para passar por cima de versiculos tais como Exodo 20: 4, "Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas água debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem lhes daras culto".

No Velho Testamento, quando os israelitas conquistavam um cidade pagã ou país, não era para adorarem os ídolos desses povos em sua religião. Os tais eram para serem destruidos, mesmo que fossem cobertos com prata ou ouro! As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre ela não cobiçarás, nem os tomarás para ti, para que te não enlaces neles; pois abominação é ao Senhor teu Deus" (Dt. 7:25). Eles tinham que destruir "todas as figuras" dos deuses pagãos também (Números 33:52). Até que extensão estas instruções tinham que se levadas a cabo no tempo do Novo Testamento tem sido frequentemente debatido através dos séculos. A The Catholic Encydopedia dá um esboço histórico disto, mostrando como as pessoas combateram e morreram até por causa desta mesma questão, especialmente no oitavo século. Embora conservando o uso de estátuas gravuras, diz, "parece ter havido uma antipatia sobre as santas pinturas, uma suspeita que seu uso fosse ou pudesse tornar-se, idólatra, entre certos cristãos por muitos séculos, "e menciona vários bispos católicos que eram desta mesma opinião. Que as pessoa combatessem e matassem umas às outras por causa desta questão - a despeito de que lado estavam - sem dúvidas era contrária aos ensinamentos de Cristo.

Os pagãos colocavam um circulo ou auréola ao redor da cabeça daqueles que eram "deuses" em suas pinturas. Esta prática continuou exatamente na arte da igreja romanística. A ilustração que se segue é a maneira como Santo Agostinho é mostrado nos livro católicos - com um disco circular ao redor da cabeça. Todos o santos católicos são pintados da mesma maneira. Mas, para ver que esta prática foi tomada emprestada do paganismo, precisamos apenas observar o desenho do Buda (ilustração na página 39) qual também apresenta o símbolo circular ao redor da cabeça! Os artistas e escultores da antiga Babilônia usavam o disco ou auréola ao redor de qualquer ser que desejavam representar como deus ou deusa. Os romanos desenhavam Circe, a deusa pagã do sol, con um circulo rodeando a cabeça. Partindo deste uso na Roma pagã o mesmo simbolismo passou para a Roma papal e tem continuado até este dia, conforme está evidenciado em milhares de pintura de Maria e dos santos. Figuras, supostamente de Cristo, foram pintadas com "raios dourados" circundando sua cabeça. Esta era exatamente a maneira como o deus-sol dos pagãos havia sido representado por séculos.

A igreja dos primeiros quatro séculos não usava qualquer figura de Cristo. As Escrituras não nos dão qualquer descrição das características fisicas de Jesus pela qual uma pintura acurada pudesse ser feita dele. Parece evidente então, que as figuras de Cristo, como aquelas de Maria e dos santos, vieram da imaginação dos artistas. Temos somente que fazer um curto estudo da arte religiosa para descobrir que em diferentes séculos e entre diferentes nacionalidades, muitas figuras de Cristo - algumas muito diferentes - podem ser encontradas. Obviamente nenhuma destas pode ser o que Ele realmente parecia. Além disto, tendo agora ascendido aos céus, não o conhecemos mais "segundo a carne" (II Cor. S:16), tendo sido "glorificado" João 7: 39, e com um "corpo glorioso" (Fil. 3:21), nem mesmo artista do mundo poderia retratar o Rei em sua beleza. Qualquer pintura, mesmo a melhor, jamais poderia mostrar quão maravilhoso Ele realmente é!
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