Pesquisar este blog

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Festival De Inverno

NATAL - 25 DE DEZEMBRO - e o dia designado em nossos calendários como o dia do nascimento de Cristo. Mas, e este realmente o dia no qual ele nasceu? Os costumes que existem hoje relacionados com este período e de origem crista? Ou o Natal e outro exemplo de mistura entre o paganismo e o cristianismo?

Uma analise da palavra "Christmas" (Natal em Inglês.-NT) indica que ela e uma mistura. Embora ela inclua o nome de Cristo, também menciona a "Missa''. Quando consideramos todas as elaboradas cerimonias, orações pelos mortos, rituais de transubstanciação, e complicados rituais da Missa Católica Romana, pode alguem realmente ligar isto com o Jesus histórico dos Evangelhos? Sua vida e ministério foram descomplicados de tal ritualismo. Como Paulo, tememos que alguns tenham sido corrompidos "da simplicidade que esta em Cristo" (II Cor. 11:3) por causa da influencia paga sobre tais coisas como a Missa. Olhando desta maneira, a palavra "Christ-mass" (Missa de Natal) se contradiz a si mesma.

Quanto a verdadeira data do nascimento de Cristo, e de se duvidar de 25 de dezembro. Quando Jesus nasceu, "havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho" (Lucas 2:8). Os pastores na Palestina não ficavam nos campos durante a metade do inverno! Adam Clarke tem escrito, "Como esses pastores ainda não haviam trazido seus rebanhos para casa, e um argumento presumível que outubro ainda não havia começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando não havia qualquer rebanho nos campos... Neste mesmo sentido a natividade em dezembro deveria ser descartada".

Enquanto a Bíblia não fala expressamente da data do nascimento de Jesus, existem indicações que foi provavelmente no Outono que isto aconteceu. Sabemos que Jesus foi crucificado na Primavera, no tempo da Pascoa (João 18:39). Figurando seu ministério como tendo durado três anos e meio, isto coloca o inicio do seu ministério no Outono. Naquele tempo, ele estava com quase 30 anos de idade (Lucas 3:23), a idade reconhecida para um homem tornar-se um ministro oficial sob o Velho Testamento (conforme Números 4:3). Se ele completasse trinta anos no Outono, então seu dia natalício era no Outono, trinta anos antes.

Ao tempo do nascimento, José e Maria tinham ido a Belém para serem recenseados (Lucas 2:1-5). Não existem registros para indicar que a metade do Inverno era o tempo de recenseamento. Um tempo mais logico do ano teria sido no Outono, no fim da colheita. Se fosse este o caso, teria sido o período para a Festa dos Tabernáculos em Jerusalém o que poderia explicar porque Maria foi com José (cf. Lucas 2:41). Isto também explicaria porque ate mesmo em Belém "não havia lugar na hospedaria" (Lucas 2:7). De acordo com Josefo, Jerusalém era normalmente uma cidade de 120.000 habitantes, mas durante as festas, algumas vezes chegava a ter 2.000.000 de judeus reunidos. Tais vastas multidões não somente enchiam Jerusalém, mas as cidades circunvidinhas também, incluindo Belém, que ficava somente a cinco milhas ao Sul. Se a viagem de Maria e José fosse na realidade para estar na festa, como também para serem recenseados, isto colocaria o nascimento de Jesus no Outono do ano.

Não e essencial que saibamos a data exata na qual Cristo nasceu - sendo a coisa principal, e claro, que ele nasceu! Os cristãos primitivos comemoravam a morte de Cristo (I Cor. 11:26), não seu nascimento. A Enciclopedia Católica diz, "O Natal não estava entre os mais primitivos festivais da Igreja. Irineu e Tertuliano omitem isto de suas listas de festas." Mais tarde, quando as igrejas em vários lugares começaram a celebrar o nascimento de Cristo, havia muita diferença de opinião quanto a data correta. Não foi ate a ultima parte do quarto seculo, que a Igreja Romana começou a observar o 25 de dezembro. Ainda assim, em torno do quinto seculo, estava sendo ordenado que o nascimento de Cristo fosse para sempre observado nesta data, muito embora este fosse o dia da antiga festa paga romana do nascimento do Sol, um dos nomes do deus!

Diz Frazer, "O maior culto pagão religioso que colocava a cclebração em 25 de dezembro como um feriado tanto no mundo romano como grego, era a adoração do sol, que era paga - o Mitraismo... Este festival de Inverno era chamado "a Natividade" - a 'Natividade do SOL' "s Este festival pagão foi responsável pelo dia 25 de dezembro ter sido escolhido pela Igreja Romana? Deixemos a Enciclopedia Católica responder. "A bem conhecida festa solar do Natalis Invicti" - a Natividade do Sol Inconquistado - "celebrada no dia 25 de dezembro, tem uma forte indicação sobre a responsabilidade em relação a nossa data de dezembro"!

Como os costumes pagaos solares estavam sendo "cristianizados" em Roma, compreende-se que confusão resultaria. Alguns pensaram que Jesus era o Sol, o deus solar! "Tertuliano teve que assegurar que Sol não era o Deus dos cristãos; Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o Sol. O papa Leão I amargamente reprovou os ressurgimentos solares - cristãos, nas próprias escadarias da basílica dos apóstolos, virando-se para adorar o sol nascente".

O festival de inverno era muito popular nos tempos antigos. "Na Roma e Grécia pagas, nos dias dos bárbaros teutônicos, nos remotos tempos da antiga civilização egípcia, na infância da raca, a Leste, Oeste, Norte e Sul, o período do solstício de inverno era sempre um período de jubilo e de festas." Desde que esta estação era tao popular, ela foi adotada como o tempo do nascimento de Cristo pela igreja romana.

Alguns dos costumes de Natal dos nossos dias foram influenciados pela Saturnalia Romana. "E de conhecimento comum", diz um escritor, "que a maioria de nossa associação com o perlodo natalino - os feriados, a troca de presentes e a sensação geral de genialidade - não e senão a herança do festival romano de Inverno, a Saturnalia... remanescestes do paganismo."

Tertuliano menciona que a pratica de trocar presentes era parte da Saturnalia. Não existe nada de errado em dar presentes, e claro. Os Israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração - até mesmo celebrações que eram observadas por causa de mero costume (Ester 9:22). Mas alguns tem procurado ligar os presentes de Natal com aqueles presentes dados a Jesus pelos magos. Isto não pode ser correto. Pelo tempo que os magos chegaram, Jesus não estava mais "deitado em uma manjedoura" (como quando vieram os pastores), mas estava em uma casa (Mateus 2:9-11). Isto podia ser muito tempo depois de seu nascimento. Eles também deram seus presentes a Jesus, não um ao outro!

A arvore de natal, como a conhecemos, só data de alguns poucos seculos, embora as ideias a respeito de arvores sagradas sejam muito antigas. Uma antiga fabula babilônica falava de um pinheiro que nasceu de um velho tronco morto. O velho tronco simbolizava o Nimrode morto, o novo pinheiro simbolizava que Nimrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz! Entre os Druidas, o carvalho era sagrado, entre os Egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnalia! O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal aqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em pelo menos dez referencias bíblicas, a árvore verde era associada com a idolatria e a adoração falsa (I Reis 14:23, etc.) Desde que todas as arvores são verdes, pelo menos parte do ano, a menção especial de "verde" provavelmente se refere as arvores que são sempre verdes. "A arvore de Natal...recapitula a ideia da adoração de arvore... castanhas e bolas simbolizam 0 sol...todas as festividades do solstício de Inverno tem sido absorvidas no dia de Natal... o uso de azevinho e visco, das cerimonias druídicas; a arvore de Natal das honras pagas ao abeto sagrado de Odin".

Tomando tudo isto em consideração, e interessante comparar uma afirmação de Jeremias com o costume de hoje de decorar uma arvore na época de Natal. "Porque os costumes dos povos são vaidade: pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com machado. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se movam. São como a palmeira, obra torneada, mas não podem falar" (Jer. 10:3,4).

As pessoas nos dias de Jeremias, como o mostra o contexto, estavam realmente fazendo um ídolo de uma arvore, a palavra "artífice" não definindo meramente um artesão, mas alguem que forma ídolos (cf. Isaías 40:19,20; Oséias 8:4-6). E a palavra "machado" refere-se aqui especificamente a uma ferramenta de talhar. Citando esta porção de Jeremias, não queremos inferir que as pessoas que hoje colocam arvores de Natal em suas casas ou igrejas estão adorando essas arvores. Tais costumes, contudo, fornecem vividos exemplos de como as misturas tem sido feitas.

No seculo sexto, missionários foram enviados pela parte Norte da Europa para juntar pagãos ao grupo romano. Eles descobriram que o 24 de junho era um dia muito popular entre esses povos. Eles procuraram "cristianizar" este dia. mas como? Por esse tempo o 25 de dezembro havia sido adotado pela igreja romanista como o natalício de Cristo. Desde que 24 de junho era aproximadamente seis meses antes de 25 de dezembro, por que não chamar este o natalício de João o Batista? João nasceu, devemos lembramos, seis meses antes de Jesus (Lucas 1:26,36). Assim sendo o 24 de junho e conhecido no calendário papal agora como o Dia de São João!

Na Bretanha, antes da entrada do cristianismo la, o 24 de junho era celebrado pelos druidas com fogos de artificio em honra a Baal. Herodoto, Wilkinson, Layard, e outros historiadores contam destes fogos cerimoniais em diferentes países. Quando o 24 de junho tornou-se o dia de São João, os fogos sagrados foram adotados também e tornaram-se "As fogueiras de São João"! Estas são mencionadas como na Enciclopedia Católica. "Tenho visto pessoas correndo e saltando através das fogueiras de São João na Irlanda", diz um escritor do seculo passado, "...orgulhosos de passaram sem queimaduras...sentindo-se alguem especial, abençoando pela cerimonia... Parecia que estes rituais honravam mais a Moloque do que a João Batista!

O 24 de Junho foi visto como sendo sagrado para o antigo deus peixe Oannes, um nome pelo qual Nimrode era conhecido. Em um artigo a respeito de Nimrode, Fausset diz: "Oannes, o deus peixe, civilizador da Babilônia, levantou-se do mar vermelho.. No Latim, o idioma da Igreja romana, João era chamado JOANNES. Veja quão semelhante e isto a OANNES! Tais semelhanças ajudaram a promover mais facilmente a mistura do paganismo com o Cristianismo.

Um dia que ROS tempos pagãos tinha sido considerado sagrado para Ísis ou Diana, 15 de agosto, foi simplesmente renomeado como o dia da "Assunção da Virgem Maria" e ate nosso tempo presente ainda e altamente honrado. Outro dia adotado do paganismo, supostamente para honrar Maria, e chamado "Missa das Velas" ou "A Purificação da Virgem Maria" e e celebrado em 2 de fevereiro. Na lei mosaica, apos dar nascimento a um filho homem, uma mãe era considerada imunda durante quarenta dias (Lev.12). "E quando os dias de sua purificação, de acordo com a lei de Moisés, foram cumpridos" José e Maria apresentaram o bebe Jesus no templo e ofereceram o sacrifício prescrito (Lucas 2:22-24). Tendo adotado o 25 de dezembro como a natividade de Cristo, o 2 de fevereiro parecia servir bem para ser o tempo da purificação de Maria. Mas, o que isto tinha a ver com o uso de velas naquele dia? Na Roma paga, este festival era observado com o povo carregando tochas e velas em honra a Februa, de quem nosso mês Fevereiro derivou seu nome! Os gregos faziam a festa em honra a deusa Ceres, a mãe de Prosérpina, a quem os celebrantes carregando velas buscavam no mundo inferior. Assim sendo, podemos ver como a adoração de 2 de fevereiro para honrar a purificação de Maria foi influenciada por costumes pagãos envolvendo velas, chamando-o ate de dia da "Missa das velas". Nesse dia todas as velas a serem usadas durante o ano nos rituais católicos são benzidas. Um velho desenho mostra o papa distribuindo velas bentas aos sacerdotes. Diz a Enciclopedia Católica, "Não precisamos esconder o fato que velas, incenso e agua benta, eram comumente empregados em cultos pagãos e em rituais prestados aos mortos."

Se o apóstolo Paulo fosse levantado para pregar para esta geração, imaginamos se ele não diria a igreja professa, o que disse aos Gálatas há muito tempo atrás, "Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vos, que não haja trabalhado em vão para convosco" (Gal. 4:9-11). O contexto mostra que os gálatas tinham sido convertidos do culto pagão de "deuses" (versículo 8). Quando alguns haviam voltado "novamente" para seu culto anterior (versículo 9), os dias e tempos que eles observavam eram evidentemente aqueles que tinham sido separados para honrar os deuses pagãos! Mais tarde, muito estranhamente, alguns desses mesmos dias foram absorvidos pelo culto da igreja professa e foram "cristianizados " 

O Mistério da Mistura

TEMOS VISTO - através de multidão de exemplos que uma mistura do paganismo e do cristianismo produziu a Igreja Catolica Romana. Os pagãos adoravam e rezavam para uma deusa mãe, assim a igreja caída adotou a maternidade sob o nome de Maria. Os pagãos tinham deuses e deusas associados com vários dias, ocupações, e acontecimentos da vida. Este sistema foi adotado e os "deuses" foram chamados de "santos". Os pagãos usavam estatuas de ídolos de suas divindades pagas em seus cultos, assim também a igreja caída o fez, simplesmente chamando-se por nomes diferentes. Desde tempos antigos, cruzes de vários formatos eram olhadas de maneira supersticiosa. Algumas dessas ideias foram adotadas e associadas com a cruz de Cristo. A cruz, como uma imagem era muito honrada em toda parte, mas o verdadeiro sacrifício "consumado" da cruz tornou-se obscurecido pelos rituais da Missa com sua transubstanciação, drama/mistério, e rezas pelos mortos!

Orações repetidas, rosários, e relíquias foram todos adotados do paganismo e dados uma aparência superficial ao cristianismo. O oficio pagão e título de Pontífice Máximo foi aplicado ao bispo de Roma. Ele se tornou conhecido como o papa, o Pai dos pais, muito embora Jesus tivesse dito que a nenhum homem se chamasse pai! Em literalmente centenas de maneiras, os rituais pagãos foram absorvidos pelo cristianismo em Roma.

Eruditos católicos reconhecem que sua igreja surgiu de uma mistura de paganismo com cristianismo. Mas, do seu ponto de vista, estas coisas foram triunfos do cristianismo, porque a igreja teve a capacidade de cristianizar praticas pagas. A Enciclopedia Católica faz estas afirmações: "Não precisamos esconder que velas, incenso e água benta, eram comumente empregados na adoração pagã e nos rituais prestados aos mortos. Mas a Igreja desde um período muito antigo tomou-os a seu serviço, assim como adotou muitas outras coisas... como musica, luzes, perfumes, abluções, decorações florais, canoplas, abanos, telas, sinos, paramentos, etc., que não eram identificados com qualquer culto idolatra em particular; eles eram comuns a quase todos os cultos" - "Água, óleo, luz, incenso, cânticos, procissões, prostração, decoração de altares, paramentos de sacerdotes, estão naturalmente a serviço do universal instinto religioso... Até mesmo festas pagas podem ser "batizadas": certamente nossas procissões de 25 de abril são a Robigalia; os dias de Rogos podem substituir a Ambarualia; a data do Dia de Natal pode ser devida ao mesmo instinto que colocou em 25 de dezembro o Natalis Invicti do culto solar."

O uso de estatuas, e costumes tais como inclinar-se diante de uma imagem, são explicados na teologia catolica como tendo se desenvolvido partindo do antigo culto do imperador! "A etiqueta da corte bizantina gradualmente evoluiu para elaboradas formas de respeito, não somente pela pessoa do Cesar, mas ate mesmo por suas estatuas e simbolos. Filostorgio... diz que no quarto seculo os cidadãos cristaos romanos no Oriente ofereciam presentes, incenso e ate mesmo rezas(!) as estatuas do imperador. (Hist.Eccl. 11, 17). Seria natural que pessoas que se inclinassem diante, beijassem e encenassem as aguias imperiais e as imagens de César (com nenhuma suspeita de algo a não ser idolatria)... prestassem os mesmos sinais a cruz, as imagens de Cristo, e ao altar... Os primeiros cristãos estavam acostumados a ver estatuas de imperadores, de deuses pagãos e heróis, como também pinturas de paredes pagas. Então fizeram pinturas de sua religião, e, assim que puderam consegui-las, estatuas do seu Senhor e seus heróis". Deveria observar-se que nenhuma afirmativa de ordernanca escriturística e pelo menos sugerida para tais coisas. Esta muito claro que estes costumes desenvolveram-se do paganismo.

Algumas vezes varias pinturas de paredes dos primeiros seculos, tais como aquelas nas catacumbas romanas, são referidas como que representativas dos cristãos originais. Não cremos que isto seja verdade, pois existe clara evidencia de uma mistura. Enquanto estas pinturas incluíam cenas de Cristo alimentando as multidões com os pães e os peixes, Jonas e a baleia, ou o sacrifício de Isaque, outras pinturas eram sem qualquer duvida retratos pagãos. Alguns acham que esta "mistura" foi um artificio usado para evitar a perseguição, mas, não obstante, não se pode negar que as raízes da mistura estavam presentes. Diz a Enciclopedia Católica: "O Bom Pastor carregando a ovelha em seus ombros ocorre frequentemente, e esta referência pode muito bem ser devida a sua semelhança com as figuras pagas de Hermes Krioforo ou Aristeu, que neste período estavam muito em voga... Até mesmo a fabula de Orfeu foi tomada emprestada pictorialmente e atribuída a Cristo. Semelhantemente a história de Eros e Psique foi revivida e cristianizada, servindo para relembrar ao crente a ressurreição do corpo... O grupo dos Doze Apóstolos provavelmente atraia menos atenção por causa dos doze Dii Majores (Deuses Maiores) que eram frequentemente agrupados. Outra vez a figura dos Orans (q.v.), a mulher com os bracos levantados em oração, era muito familiar para a antiguidade clássica... semelhantemente o simbolo do peixe, representando Cristo, a ancora da esperança, a palma da vitoria, eram todos suficientemente familiares, como símbolos entre os pagãos para despertar qualquer atenção em particular".

No Velho Testamento, a apostasia na qual os israelitas repetidamente caiam era a da mistura. Usualmente eles não rejeitavam totalmente a adoração do verdadeiro Deus, mas misturavam os rituais com ela!Foi este o caso mesmo quando eles adoraram o bezerro de ouro (Êxodo 32). Todos entendemos que tal culto era falso, gentílico, e uma abominação aos olhos de Deus. Ainda assim - e este e o ponto que desejamos enfatizar - foi reclamado que era uma "festa para o Senhor (versículo 5) - uma festa para Jeová (ou mais corretamente) lave, o verdadeiro Deus! Eles se sentaram para comer e beber e se levantaram para folgar. Eles praticaram rituais nos quais se despiram (versículo 25), talvez semelhantes aos que eram realizados por sacerdotes babilônicos despidos.

Durante os quarenta anos no deserto, os israelitas levaram o tabernáculo de Deus. Contudo, alguns deles não estavam contentes com isto, assim sendo, eles acrescentaram alguma coisa. Eles fizeram para si mesmos um tabernáculo babilônico que também era carregado! "Antes levastes a tenda de vosso Moloque, e o altar das vossas imagens" (Amos S:26; Atos 7:42,43). Estes não eram senão outros nomes para o deus-sol Baal e a deusa mãe Astarte. Por causa desta mistura, suas canções de adoração, sacrifícios, e oferendas foram rejeitados por Deus.

Em outro período, os israelitas realizaram rituais secretos, edificaram altos, usaram adivinhação, fizeram seus filhos passar pelo fogo, e adoraram o sol, a luz, e as estrelas (II Reis 17:9-17). como resultado, eles foram levados de sua terra. O rei da Assíria trouxe homens de varias nações, incluindo a Babilônia, para habitar na terra de onde os israelitas foram tirados. Estes também praticaram rituais pagãos e Deus enviou leões entre eles. Reconhecendo isto como julgamento de Deus, eles mandaram buscar um homem de Deus para ensina-los como temer ao Senhor. "Cada nação fez deuses seus próprios" (versículos 29-31), tentando adorar esses deuses e ao Senhor também, e fizeram para si mesmas dos mais baixos deles, sacerdotes... eles temiam ao Senhor e serviam seus próprios deuses" (versículo 32).

A mistura também estava aparente nos dias dos juízes quando um sacerdote levita que reclamava falar a palavra do Senhor serviu em uma "casa de deuses" e foi chamado pelo título de "pai" (Juízes 17:3,13; 18:6). No tempo de Ezequiel um ídolo tinha sido colocado bem a entrada do templo de Jerusalém. Os sacerdotes ofereciam incenso a falsos deuses que eram pintados nas paredes. Mulheres choravam por Tamuz e homens adoravam o sol ao alvorecer na área do templo (Ezequiel 8). Alguns ate mesmo sacrificavam seus filhos e "havendo sacrificado seus filhos aos seus ídolos, vinham ao meu santuário no mesmo dia. disse Deus. (Ezequiel 23:38,39). A mensagem de Jeremias foi dirigida as pessoas que diziam "adorar ao Senhor" (Jer. 7:2), mas que haviam misturado isto com os ritos paganísticos. "Eis que, disse Deus, "confiais em palavras falsas que para nada são proveitosas. Queimareis incenso a Baal, e andareis apos outros deuses...para fazerem bolos a rainha dos céus... e então vireis, e vos poreis diante de mim nesta casa" (versículos 8-18).

Considerando estes numerosos exemplos bíblicos, esta claro que Deus não esta contente com uma adoração que e uma mistura. Como Samuel pregou: "Se com todo o vosso coração vos converterdes ao Senhor, tirai dentre vos, os deuses estranhos e os astarotes e preparei o vosso coração ao Senhor, e servi a ele só, e vos livrara" (I Samuel 7:3).

Deveríamos lembrar-nos que Satanás não aparece como um monstro com chifres, um longo rabo, e um garfo. Em vez disto, ele aparece como um anjo de luz (II Cor. 11:14). Como Jesus advertiu a respeito de "lobos com peles de ovelhas" (Mateus 7:15), assim em numerosas ocasiões o paganismo foi camuflado pelas roupagens externas do cristianismo e tornou-se uma mistura que tem enganado a milhões. Foi como remover o sinal de alerta de uma garrafa de veneno e colocar em seu lugar uma etiqueta de uma guloseima. O conteúdo continua tao mortífero como antes. Não importa quanto o vistamos no exterior, o paganismo e mortífero. A verdadeira adoração deve ser "em espirito e em verdade" (João 4:24) - não em erro pagão.

Por causa das maneiras habilidosas como o paganismo foi misturado com o cristianismo, foi escondida a influencia babilônica - um mistério - "mistério Babilônia" Mas, como um detetive guarda pistas e fatos a fim de resolver um mistério, assim também neste livro temos apresentado muitas pistas bíblicas e históricas como evidencias. Algumas destas pistas poderão ter parecido indignificantes a primeira vista ou quando tomadas isoladamente. Mas, quando o quadro completo e visto, elas se juntam e de maneira conclusiva resolvem o mistério da Babilônia - a antiga e a moderna! Através dos seculos Deus tem chamado seu povo para fora do cativeiro da Babilônia. Ainda hoje sua voz esta dizendo "Sai dela, povo meu, para não serdes participantes dos seus pecados" (Apoc. 18:4).

É uma tarefa delicada escrever a respeito de assuntos religiosos a respeito dos quais pessoas excelentes e sinceras tem fortes diferenças. A pessoa, para provar algo, tem que falar bastante francamente e também para manter um equilíbrio apropriado, de modo que ao discordar não seja desnecessariamente desagradável. Como com qualquer livro - certamente não excluindo a Bíblia - e inevitável que alguns malentendidos ou diferenças de opiniões venham a resultar Alguns poderão achar que coisas demasiadas foram ditas, outros que não foi o bastante. Não obstante, nas palavras de Pilatos, "O que escrevi, escrevi" Se a Igreja Católica Romana que reclama que jamais muda, esta gradualmente deixando de lado praticas que alguns de nos consideramos pagas, podemo. nos alegrar por qualquer progresso ao longo do caminho da verdade. Se este livro tiver qualquer parte a ver com esta tendência, podemos alegrar-nos.

Acreditamos que o verdadeiro alvo do cristão não e ter uma religião baseada em mistura, mas retornar a fé original, simples, poderosa e espiritual que uma vez foi entregue aos santos. Não mais nos enredando em uma parafernália de rituais ou tradições sem poder, podemos encontrar "a simplicidade que esta em Cristo", regozijando-nos na "liberdade com que Cristo nos libertou" da "escravidão" (II corintios 11:3; Gálatas 5:1).

A salvação não depende de um sacerdote humano, de Maria, dos santos ou do papa. Jesus disse, "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6). "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:12). Olhemos para JESUS que e o autor e consumador de nossa fé, o Apostolo e Sumo-Sacerdote de nossa confissão, o Cordeiro de Deus, o Capitão de nossa Salvação, o Pão do Céu, a Água da Vida, o Bom Pastor, o Príncipe da Paz, o Rei dos reis e Senhor dos senhores!

Dominadores Sobre A Herança De Deus

OS HOMENS DE MAIS ALTO ESCALÃO da Igreja Católica Romana, os mais aproximados do papa, são um grupo de "cardeais". A Bíblia diz que Cristo colocou apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres em sua Igreja (Ef. 4:11). Porem, jamais encontramos qualquer indicação que ele ordenou um grupo de cardeais. Ao contrario, os cardeais originais eram um grupo de sacerdotes lideres na antiga religião paga de Roma - muito antes da Era Crista. Um livrete publicado pelos Cavaleiros de Colombo, Esta e a Igreja Católica, explica: "Nos tempos antigos os cardeais eram o clero que chefiava em Roma - a palavra e derivada da palavra latina cardo "pivô", e referia-se, assim, aqueles que eram os membros pivôs do clero"~

Mas, por que estes padres da Roma antiga estavam ligados com a palavra "pivô"? Eles eram, evidentemente, os sacerdotes de Janus, o deus pagão das portas e dos "gonzos"! (Que e outro significado da palavra cardo. - NT.) Referiam-se a Janus como o "deus dos princípios" - assim sendo, Janeiro, o més que inicia o calendário romano, vem do seu nome. Como deus das portas, ele era o seu protetor. Ate mesmo hoje, o guarda das portas e chamado de janitor, uma palavra que deriva do nome de Janus!

Janus era conhecido como "o abridor e fechador" 2 Já que ele era adorado assim na Asia Menor, podemos melhor entender as palavras de Jesus a igreja em Filadélfia: "Estas coisas diz aquele que e santo, aquele que e verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, aquele que abre e ninguém fecha: e fecha e ninguém abre... Tenho colocado diante de ti uma porta aberta" (Ap. 3:7,8). O deus pagão Janus era uma fraude; Jesus e o verdadeiro abridor e fechador!

"O colégio dos Cardeais, com o papa como seu cabeça", escreve Hislop, "simplesmente a réplica do colégio pagão de Pontífices, com seu Pontífice Máximo, ou Soberano Pontífice, que e conhecido como tendo sido feito no modelo do grande original Concilio de Pontífices em Babilônia!3" Quando o paganismo e o cristianismo se misturaram, os cardeais, sacerdotes dos gonzos, que haviam servido na Roma paga, eventualmente encontraram um lugar na Roma papal.

Os paramentos usados pelos cardeais da Igreja Católica são vermelhos. Pássaros cardeais, flores cardeais e sacerdotes cardeais, estão todos ligados pela cor vermelha. A Bíblia menciona certos príncipes da Babilônia que se vestiam com paramentos vermelhos: "...homens pintados na parede, imagens dos caldeus, pintadas de vermelho; com os seus lombos cingidos, e com tingidas tiaras largas nas suas cabeças, todos com o parecer de capitães, semelhantes aos filhos de Babilônia em Caldeia" (Ezequiel 23:14,15). A meretriz simbolizando a religião babilônica estava vestida com purpura e escarlata (vermelhos) (Ap. 17:4). Desde os tempos antigos, a cor vermelha ou escarlata tem sido associada com o pecado. Isaías, em seus dias, disse: "Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a la" (Isaías 1:18). O adultério e algumas vezes citado como o pecado escarlata. A cor vermelha esta associada com a prostituicao, como na expressão "distrito da luz vermelha".

Em vista destas coisas, não parece injusto questionar porque o vermelho seria usado para os paramentos dos homens de mais alto grau na igreja romanista. Não estamos dizendo que e errado usar vermelho, embora perguntamos: Não parece um curioso costume para cardeais? Devemos supor que tais paramentos eram usados pelos apóstolos? Ou e mais certo pensarmos que os paramentos vermelhos dos cardeais foram copiados daqueles usados pelos sacerdotes da Roma paga?

Os sacerdotes dos gonzos nos dias pagãos eram conhecidos como os "flamens". A palavra e tomada de flare significando alguem que sopra ou acende o fogo sagrado. Eles eram os guardiães do fogo sagrado que abanavam com o mistico abano de Baco. Como a cor do fogo que acendiam, seus paramentos eram da cor das chamas- vermelhos. Eles eram servos do sumo pontífice nos dias pagãos e os cardeais de hoje são os servos do papa que também reclama o título de Pontífice máximo. Os flamens eram divididos em três distintos grupos e assim também o são os cardeais - Cardeais-bispos, Cardeais-sacerdotes, e Cardeais-diáconos.

Os próximos em autoridade abaixo do papa e dos cardeais são os bispos da Igreja Católica. Diferentemente dos títulos "papa" e "cardeal", a Bíblia realmente menciona bispos. Como a palavra "santos", contudo, a palavra "bispo" tem sido comumente mal interpretada. Muitos pensam em um bispo como um ministro de ordem superior, tendo autoridade sobre um grupo de outros ministros e igrejas. Esta ideia reflete-se na palavra "catedral", que vem de cathedra que significa "trono" Uma catedral, diferentemente de outras igrejas, e aquela na qual o trono do bispo esta localizado.

Mas voltando-nos para a Bíblia, todos os ministros são chamados bispos - não apenas os ministros de certas cidades. Paulo instruiu Tito a "ordenar anciãos em todas as cidades" (Tito. 1:5), e em seguida continuou a falar desses anciãos como bispos (versículo 7). Quando Paulo instruiu os anciãos de Éfeso, ele disse: "Olhai pois por vos, e por todo o rebanho sobre quem o Espirito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes (pastoreardes) a igreja de Deus" (Atos 20:17,28). Estes ministros foram citados como anciãos, bispos, supervisores, e pastores - todas as expressões referindo-se exatamente ao mesmo oficio. Muito claramente, um bispo - nas Escrituras - não era um ministro de uma grande cidade que se sentava em um trono e exercia autoridade sobre um grupo de outros ministros. Cada igreja tinha seus anciãos e estes anciãos eram bispos! Isto foi entendido por Martinho Lutero. "Mas, a respeito dos bispos que ora temos", ele observou, "destes as Escrituras nada sabem; eles foram instituídos...de modo que um possa dominar sobre muitos ministros."

Mesmo antes do Novo Testamento ser completado, foi necessário dar avisos a respeito da doutrina dos nicolaítas (Apoc. 2:6). De acordo com Scofield, a palavra "Nicolaítas" vem de nikao "conquistar", e laos, "laicato", a qual, se estiver correta, "refere-se a forma mais primitiva da noção de uma ordem sacerdotal, ou "clero" que mais tarde dividiu uma fraternidade igual (Mt. 23:8), em "sacerdotes" e 'leigos' " ~

A palavra "sacerdote" em um sentido muito real pertence a todo cristão, crente - não somente a lideres eclesiasticos. Pedro instruiu os ministros a não serem "dominadores sobre a herança de Deus" (I Pedro 5:1-3). A palavra traduzida "herança" e kleeron e significa "clero"! Como o The Mathew Henry Commentary explica, todos os filhos de Deus recebem o "título de herança de Deus ou clero... a palavra jamais se restringe no Novo Testamento aos ministros de religião somente"

Ao se rejeitar uma divisão artificial entre "clero" e "laicato", não estamos falando que os ministros não devem receber respeito apropriado e honra, "especialmente aqueles que trabalham na palavra" (I Tim. 5:17). Mas, por causa desta divisão, muito freqüentemente as pessoas de uma congregação tem a tendencia de colocar · toda a responsabilidade do trabalho de Deus sobre o ministro. Realmente Deus tem um ministério para todo o seu povo. Não estamos dizendo com isto que todos tem um ministério de púlpito! - mas ate mesmo dar um copo de agua fria não fica sem proposito nem recompensa (Mat. 10:42). Seria bom cada um de nos orar: "Senhor, que queres que eu faca?" (Atos 9:6). No Novo Testamento, o pleno trabalho de uma igreja não era colocado sobre um individuo. As igrejas eram comumente pastoreadas por uma pluralidade de anciãos, como o mostram numerosos textos bíblicos. "Eles ordenaram presbíteros (plural) em cada igreja" (Atos 14:19-23) e em "cada cidade" (Tito 1:5). Expressões tais como "os presbíteros (plural) da igreja': são comumente usadas (Atos 20:17; Tiago 5:14).

Todos que são lavados dos seus pecados pelo sangue de Cristo, são "sacerdotes para Deus" e são "um sacerdócio real" (Apoc. 1:6; I Pedro 2:9). O sacerdócio de todos os crentes e claramente a posição do Novo Testamento. Mas como os homens se exaltaram a si mesmos como "dominadores sobre a herança de Deus", as pessoas foram ensinadas que precisavam de um sacerdote a quem podiam contar seus pecados, um sacerdote deveria aspergi-las, um sacerdote deveria dar-lhes os últimos ritos, um sacerdote deveria dizer missas para elas, etc. Elas foram ensinadas a depender de um sacerdote humano, enquanto o verdadeiro sumo-sacerdote, o Senhor Jesus, era obscurecido a vista delas por uma nuvem escura de tradicoes feitas pelo homem.

Diferentes de Eliu que não queria "usar de lisonjas para com o homem" (no original, "dar títulos lisonjeiros" - NT), aqueles que se exaltaram a si mesmos como "senhores" sobre o povo começaram a tomar para si mesmos títulos que eram não escrituristicos, e - em alguns casos - títulos que deveriam pertencer somente a Deus! Como um aviso contra esta pratica, Jesus disse: "A ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só e o vosso Pai, o qual esta nos céus. Nem vos chameis mestres, porque um só e o vosso Mestre, que e o Cristo. Porem o maior dentre vos sera vosso servo. E o que a si mesmo se exaltar sera humilhado; e o que a si mesmo se humilhar sera exaltado" (Mateus 23:9-12.)

E difícil entender como uma igreja que reclama ter Cristo como seu fundador - depois de uns poucos seculos - começou a usar os mesmos títulos que ele disse para NÃO usar! Não obstante, o bispo de Roma começou a ser chamado pelo título de "papa" que e somente uma variação da palavra "papai". Os sacerdotes do Catolicismo são chamados de "padres". (Que significa "pais" em Latim. - NT) Devemos lembrar-nos que uma das principais correntes dos "Mistérios" que vieram a Roma nos dias primitivos foi o Mitraísmo. Neste religião, aqueles que presidiam sobre as cerimonias sagradas eram chamados de"pais"?. Um artigo sobre o Mitraísmo na The Catholic Encyclopedia, diz: "Os pais (usado aqui como um título religioso~ dirigiam a adoração. O chefe dos pais, um tipo de papa, que sempre vivia em Roma, era chamado 'Pater Patrum' " 8 Agora, se os pagãos em Roma chamavam seus sacerdotes pelo título de "pai", e se Cristo disse para não chamar qualquer homem de "pai", de que fonte surgiu o costume católico-romano de chamar um sacerdote por este titulo - de Cristo ou do paganismo?

Ate mesmo a Bíblia da um exemplo de um sacerdote pagão sendo chamado de "pai". Um homem pelo nome de Mica disse a um jovem Levita, "Fica comigo e se-me por pai e sacerdote" (Juizes 17:10). Mica era um homem crescido que tinha um filho; o Levita era "um jovem". O título ~'pai" era obviamente usado em um sentido religioso, como uma designação sacerdotal. Mica queria que ele fosse um pai-sacerdote em sua "casa de deuses". Isto era um tipo do Catolicismo, pois enquanto o jovem sacerdote dizia falar a palavra do "SENHOR" (Juizes 18:6); a adoração estava claramente misturada com ídolos e com o paganismo.

A Igreja Católica Romana usa o título "Monsenhor", que significa "Meu Senhor" E de alguma maneira um título geral, explica a The Catholic Encyclopedia, e pode apropriadamente ser usado dirigindo-se a vários dos mais altos lideres da igreja. "Em lugar de se dirigir aos patriarcas como "Vossa Beatitude", aos arcebispos como "Vossa Graça", aos bispos como "Meu Lorde", aos abades como "Gracioso Senhor", a pessoa pode sem qualquer quebra de etiqueta saudá-los a todos igualmente como Monsenher." Um dos significados de "arce" e mestre. Usando títulos tais como arcebispo, arquidiacono, e como dizer mestre-sacerdote, etc O superior da ordem dos dominicanos e chamado "mestre geral". Necessitamos somente citar novamente as palavras de Cristo que estão em contraste com tais títulos: "De ninguém sereis chamados mestres: pois um só e vosso mestre, Cristo"

Ate mesmo o título "Reverendo", biblicamente falando, e aplicado somente a Deus. Ele aparece uma vez na Bíblia: "Santo e reverendo e seu nome" (Salmo 111:9). A palavra "reverendo" vem do Latim revere e foi aplicado ao clero inglês como um título de respeito durante o seculo quinze. Variações deste título são estes: O Reverendo, O Mais Reverendo, O Muito Reverendo,.e de Perfeito Reverendo.

Quando Jesus falou contra títulos lisonjeiros, o pensamento básico era que devia haver humildade e igualdade entre seus discípulos. Não deveríamos nos. então, rejeitar a suposta autoridade daqueles altos oficios nos quais os homens buscam fazer de si mesmos "dominadores sobre a herança de Deus"? E em lugar de homens receberem a gloria, não deveria toda gloria ser dada a Deus.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...